quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Colocando pra fora!

A vida sempre surpreende. E por mais coisas que a gente viva, a gente nunca se conhece por completo. A verdade é que até nos subestimamos. E sentimos sempre medo, muito medo de perder e de decidir errado. Mas sabe, felicidade é gostar do que se faz! Mesmo que a gente não faça todas as coisas que a gente queria, acabamos fazendo só as que gostamos. E quando se faz o que gosta, é bem melhor.
Os últimos meses foram muito mais pra aprender de mim que do mundo, mas alguém que deseja escrever sobre o mundo, precisa muito mais é saber do mundo que se tem dentro de si mesma. E eu estou aprendendo muito de mim nos últimos tempos.
Embora eu seja uma pessoa correta, em minha mente se passa umas certas coisas ruins. Mas o fato de pensá-las não me diminui como ser humano. Pelo contrário, me faz crescer... e aprender a lidar com o meu medo de tomar decisões tem me tornado mais confiante.
Sabe, ser uma pessoa admirável não é ter o carinho de todos, nem ser top em todas as colunas de beleza, inteligência e simpatia. É sentir-se bem consigo mesma. É entender que nem sempre fazemos tudo certo, que a gente pode escolher algo e depois ver que era muito melhor do que imaginávamos, e que o amor é uma escolha.
Às vezes é difícil, em alguns momentos um mundo de "facilidades" está sendo oferecido a você. Mas em algum momento você percebe que a escolha de amar alguém é a coisa mais importante que se pode decidir na vida.

Deus me ajude.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

De Mudança.

Não gosto dele. É, eu não gosto
aquele cheiro de mofo que fica lá dentro
a gente convive
chega a tentar se convencer de que é suportável,
mas o cheiro é ruim e sempre volta.
Decidi!
Não gosto dele, não preciso ficar sentindo.
Eu posso sentir um outro cheiro
vou fazer isso, em breve em um novo lugar.
É pra isso que temos nariz. Pra sentir o que quisermos...
Laryssa Galdino

Crescer e Amar.

Descobrir sobre ela mesma foi sempre sua ocupação preferida, às vezes, sem que ninguém percebesse... ela simplesmente se afastava um pouco dos outros, não que não goste das pessoas, ela adora está rodeada de pessoas, mas existem alguns momentos que ela precisa ficar sozinha com seus pensamentos. Todo filme que ela assiste, a prende um pouco em uma reflexão em sua própria vida, é por isso que é bom deixá-la quieta, sorrindo ou chorando... NOT CLOSE!
Ela tem um pouco de tudo, mistério, besteira, bondade e indiferença... muitas vezes banca a forte para não precisar ser paparicada por ninguém. Tem dias que ela é um ser humano horrível, tudo aparentemente sem justificativas, porque se fossem entendê-la, então não seria necessário tudo que ela acaba fazendo... sim, complicada e nada perfeita na verdade. Das alturas ao chão em um segundo. Emocionalmente sonhadora em busca de alguém que a faça desejar somente a ele, que a faça pensar que ela não vai encontrar ninguém melhor no mundo. E melhor... não tem nada a ver com dinheiro, carro, lugar onde mora... tem a ver com o sentimento, com a paixão que ela pretende sentir mesmo que passe um ano sem o ver... é isso que ela procura, alguém demasiadamente tudo que queira ser, que a mande calar a boca às vezes e que a deseje, mesmo que não role... mas que ele a queira mais que tudo, que seus olhos ardam de desejo quando ela sutilmente deixar à mostra o seu colo.
É de paixão que qualquer mulher precisa, é de aventura que queremos... ninguém quer saber como vai ser daqui uma semana... EU não quero! Quero a eterna conquista, o frio na barriga o medo... a insegurança... sim. Não me deixe certa de nada nunca! E eu sempre serei sua.

Com amor, Laryssa.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Decisões

Percebi que de Maringá só sei que foi onde nasci, mas não sei em que bairro foi, sei que foi a tarde. Sou mesmo é Campinense, não o time, eu só torço pro Brasil, e acredito que só em tempos de copa, e olhe olhe. Resolvi, ou ainda estou resolvendo que chegou minha hora de enfrentar um novo desafio: sair de casa.
Algumas pessoas defendem que devemos aproveitar ao máximo o conforto de nosso lar e a harmonia de nossa família até ter-se dinheiro e maturidade para deixá-los. Não tenho muito dinheiro, e com certeza estou longe de ser uma mulher madura, acredito que sou razoavelmente madura e portanto, apta para encarar o desafio.
É claro que não pensei nisso do dia pra noite, tenho pensado em sair de casa desde do primeiro ano do ensino médio, quando decidi prestar vestibular para João Pessoa. Passei, mas as coisas não fluíram, a verdade é que as coisas na minha vida só acontecem com a permissão de Deus.
Muita coisa precisa ser acertada, mas nessas últimas semanas eu tenho visto mais do que nunca o cuidado de Deus comigo, e tenho certeza que tudo dará certo, se assim O permitir. Estou confiante, com um pouco de medo, mas empolgada.
É difícil conviver com os pais, somos tão diferentes e às vezes me sinto tão sufocada pelo seu cuidado com coisas sem importância como se já comi ou não, ou se lavei os pratos ou não. Sabe, viver é mais que isso, e se querem que eu tenha responsabilidades domésticas, que ao menos seja em minha própria "casa".
Se alguém quiser preparar um chá de cozinha pra mim, vou adorar... as únicas coisas que vou levar de casa mesmo é a minha cama e colchão e meu guarda roupa (talvez) rsrs. Engraçado como crescer é inevitável, quem diria mesmo que eu faria uma coisa dessas.
A verdade é que não quero sair de casa por que detesto meus pais, eu os amo muito, mas não aguento mais ter de acordar quase sempre com os dois brigando por coisas que acho tão tolas. Não quero mais ter de responder mil perguntas que para mim soam tão superficiais. Cansei da ausência de diálogo e do excesso de preocupação com o que ando fazendo, e na verdade não faço.
Sabe, não me considero a pessoa mais independente e segura do mundo, eu sei que tenho muito a aprender, e talvez... quanto mais cedo melhor. Tenho certeza de que Deus tem planos para comigo, e que em nenhum momento minhas aflições têm sido em vão... porque Deus não desperdiça meu sofrimento. Deus me ama, e tem preparado o melhor para mim. Se daqui a uns dois meses eu continuar morando em casa, então saberei que estou debaixo da vontade dEle, se não, também.
Afinal, a única pessoa que pode adiar ou impedir os planos de Deus para mim, sou eu mesma... e não pretendo deixar isso acontecer. (orem por mim)

Laryssa Galdino Tertuliano

sábado, 18 de julho de 2009

Eu duvido que você (não) duvide.

Hoje eu mal tomei café da manhã e já me veio uma consumidora e inadiável vontade de escrever.

Quando ela acordou hoje, naturalmente as seis e cinquenta e cinco da manhã agradeceu a Deus pelos pedreiros não terem chegado ainda e se apressou a arrumar a mala, queria mesmo era voltar a dormir, mas seu namorado ficaria muito chateado com um segundo atraso consecutivo, mas agora quem está atrasado é ele, normal... sabe que ela nem se importa muito com os atrasos dele, ao menos sobra-lhe tempo de acrescentar algo ao visual. Saudade do tempo em que eu ouvia "valeu a pena esperar." (risos).
Pra ela sempre foi difícil entender a sua mãe, quando ela jogava algo no lixo a mãe pegava quase tudo de volta com a desculpa de que teria uma espécie de propósito, isso a irrita tanto! Se ela jogou no lixo é por não queria mais, concorda?! Porque que a outra tinha de ir lá e pegar as coisas e fazer uma confusão. Às vezes ela dá uma geral no guarda roupa e separa umas roupas, das quais ainda gosta muito, para doar. Uma vez um pastor disse a ela que não devemos dá as coisas só porque não as queremos mais. E ela mesma pensa, "eu não gostaria de receber algo que não pode mais ser utilizado, se não serve mais pra nada jogue no lixo então!"
Mas a mãe dela apronta de outras também, talvez as pessoas achem que ela não tem paciência ou que é arrogante, sei lá... não ligo! Também não vou ficar aqui tentando convencer ninguém de um sentimento que é meu e não precisa ser de mais ninguém, afinal... a mãe não é de vocês (risos).
Tem gente que adora bater nas pessoas ou coisas, ou então vai ao shopping fazer compras, ou vai pintar um quadro, ouvir uma música... tudo para aliviar o stress. Mas posso contar um segredo que talvez não seja mais novidade alguma? Eu adoro escrever.
É como uma terapia, quando escrevo as coisas que sinto acabam sendo transferidas pro papel. Na verdade, eu adoro escrever em todos os momentos de minha vida e ela também.
Ultimamente não tem sido muito fácil existir, algumas pessoas lhe disseram que quando se tem vinte anos, "escolhemos as coisas porque nos parecem mais seguras" mas ela ainda tem dezenove e não sabe muito bem se tem escolhido, ultimamente, por paixão ou por segurança. Outro dia deu até vontade de mudar de curso! Ir fazer uma coisa que ela sempre gostou de verdade, e ela sempre adorou: decoração.
Sabe ela quer fazer algo porque é apaixonada por aquilo, sem precisar colar. Enfim. Mas percebi que gosto do que faço, ou pelo me acostumei com a rotina de ter sempre mil coisas pra calcular, e ter de ler como que as nuvens se formam, ou sobre massas de ar, atmosfera, atmosfera, e atmosfera. Gosto da ideia de ser meteorologista, acredito que vou ser feliz com isso, mas isso não me garante que não terei dúvidas de novo. Afinal, quem pode ter certeza de tudo?

Laryssa Galdino

rumo à Pedra Lavrada :)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Poema de um pensamento.

Cá estou a pensar
em como a vida é embaraçosa
Tem dias que tenho tudo por certo
já outras horas não sei mais de nada.

Lá estão a pensar
em comigo ela há de ficar
E não sabem, apesar de saberem
que são bons, mas não são exatamente

Ali, tem alguém que estaria a pensar
em eu como poderia
Fiz umas coisas que eu não sabia
agora acho que sei menos ainda

Acolá, "nalgum" tem um vento passando
vai, leva sem nem saber o quê
Eu amo o vento e queria ir com ele
eu amo o vento porque ele é dinâmico

(A gente nunca sabe exatamente aonde vai estar)





Laryssa Galdino
em
La vida es un poema

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Aquilo que chamam amor.




Vejam as sombras coloridas... deslizando na avenida
Meio alheio ao temporal.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Idealizando

É, foi o que eu ouvi, que eu idealizo demais as coisas. Mas também, eu não me importo muito, se sou mesmo uma sonhadora, e estou a espera do meu príncipe encantado sim, mesmo que me digam que isso de final feliz não exista, eu acho que existe sim, nem que seja só na música, nem que seja só no poema de alguém que achava que entendia da vida.
Estou cansada de ter tudo tabelado, o preço das coisas no supermercado, as consultas aos médicos, os horários do noticiário. É tudo previsto e não se admite um erro! E eu não quero a vida assim. Acredito em fases, em momentos alegres e em horas de solidão... mas não em tabelas. Por enquanto isso pode valer, mas o depois não está necessariamente ao meu alcance. Eu posso fazer planos, posso até me iludir... que seja! Mas eu não tenho, definitivamente, o controle do meu futuro.
O que me deixa bastante puta, e não me refiro as que dão sem amor-próprio e só por dinheiro ou por que tem afim com a profissão, mas ao estado de espírito, é que me digam que não permitem que isso aconteça, é que não me apoiem ou qualquer coisa do tipo. Afinal, eu não sabia que essas coisas aconteceriam assim, se vocês bem se lembram, foram todas ouvintes quando eu planejava mil coisas, e dentre elas não estava o fim. Mas aconteceu.
É difícil acreditar em palavras que dizem que amigo simplesmente entende, não sinto que vocês tenham tentado me entender, droga! E se me perguntarem porque é que eu escrevi esse texto, respondo de antemão por aqui mesmo: é que estou cansada, estou chateada, mas ainda assim acho que a amizade da gente vale muito para eu ir me queixar com vocês, e sei lá... de alguma maneira eu acredito que só estão tentando me proteger, não sei, mas acho que seja isso.
Agora eu senti uma súbita vontade de viajar. Acho que preciso disso, preciso ir pra qualquer lugar do mundo nesse momento, me afastar dessa vida tão complicada... não que ela vá deixar de assim o ser se eu estiver em outro lugar, mas agora eu só gostaria de viajar. (Estou ouvindo uma banda ótima, Sum 41)
Sabe quando você tem certeza que a vida é mais que isso, pois é... eu penso assim... penso que tenho tanta coisa pra viver, que tenho tanta gente pra conhecer, que tenho o mundo a escrever. E eu quero tudo isso, tudo que está me esperando em algum lugar. Não é que eu seja uma boboca sonhadora, eu tenho os pés no chão, mas vez ou outra eu gostaria de tirá-los pra flutuar por aí. Será que me entendem? Então, deixem-me viver, não me venham com tabelas por favor, eu não quero afirmar com muita certeza como vou agir ou como tudo vai ser, eu só quero dizer que estou feliz e cheia de planos outra vez.

Laryssa Galdino

sábado, 30 de maio de 2009

Noticiário

Hoje foi um dia diferente, acordei sentindo que não deveria sair de casa, mas saí... fui dá aula no cursinho como quase todos os sábados e quando estava voltando para casa (zoada de pneus cantando no asfalto) bati o carro =/ na hora me deu tanta raiva, porque ela tinha de mudar de faixa bem na minha frente? E porque é que o carro não parou subitamente quando eu pisei no freio? Mas depois de tudo resolvido, voltei dirigindo para casa com a sensação de que eu aprendi algo que não se ensina nas auto-escolas: aprendi a dirigir :P
Engraçado como quando a gente tem sempre taaanto a aprender e todo dia é como se eu lesse algumas páginas de um capítulo que eu nunca tinha se quer percebido, será que é isso que significa amadurecer?
A tarde eu fui visitar uma amiga, incrível como ela consegue me arrumar (risos). Passei horas agradáveis em sua companhia, e obviamente... aprendi um tantão mais. Mas acho que nunca vou saber o bastante e isso é ótimo, porque provavelmente seria muito chato saber de tudo.

Cadeirinha ao meu lado
eu te contei o meu segredo
e você me beijou.
Laryssa Galdino
"Nada como um dia após um dia, uma noite, um mês" Guilherme Arantes - Olhos Vermelhos