terça-feira, 21 de outubro de 2008
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segunda-feira, 20 de outubro de 2008
A sua maneira
domingo, 12 de outubro de 2008
Tudo é Possível.
Reação em cadeia parece nome de filme de horror. E falando em filmes, de um tempo pra cá tenho mudado muito meu gosto cinematográfico. Antes eu não resistia a um filme de amor, sabia todas as histórias decoradinhas. Hoje eu tou mais pra filmes de tiro. (risos) Aqueles em que a ação é o mais importante que as palavras. E isso me lembra o conceito de romantismo que formulei com o tempo.
Primeiro vou falar sobre o que acho que não é ser romântico. Se você se acha o último romântico porque chora, manda flores para mulher amada, liga de cinco em cinco minutos perguntando como ela está, faz de tudo (até coisas que não gosta) para vê-la sorrir, a leva a lugares caros e a enche de presentes... huuun, para mim... você não é romântico! Mas também não acho errado fazer essas coisas, exceto o "fazer coisas que não gosta para agradar o outro" e ai está o primeiro requisito para ser romântico segundo meu conceito: Respeitar as diferenças. Ser original e fazer as coisas que os deixam felizes.
Em prosa mais resumida. Um verdadeiro romântico é aquele que fala com um olhar, com o toque, com o cheiro. Não é necessário muitas palavras, mas ele também não é 100% ação, EQUILÍBRIO é uma característica desse tipo de pessoa. Saber arrancar sorrisos sem fazer muito esforço, consolar em meio a tempestade, tornar cada momento único mesmo que seja relativamente simples, telefonar de vez em quando, mas justamente quando você menos espera. É, ser SURPREENDENTE é outra aptidão que não pode faltar ao romântico da vez. Entre tantos elementos que compõem meu romântico o mais importante mesmo é que ele não seja arrogante, nem individualista, nem TOTALMENTE insensível.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
O tê-rê-rê Dos Brincos
O poder lhes dá dinheiro, o bastante pra comprar necessidades inventadas. Brincos que fazem um balangandã quando passam, são de cristais pérolas raras por si só. São vestidos mal passados que não vestem: mostram quem tem mais PODER.
Eu não odeio o poder, também não espero das pessoas atitudes mais justas, apenas menos arrogantes. Afinal, tem muita gente que consegue o que quer com garra e literalmente "correndo-atrás", então não vejo problema de se conseguir um certo prestígio com isso. Mas só porque você tem poder, seja ele de qual tipo for, não significa que você deve tratar mal às pessoas ao seu der redor... até porque dinheiro pode acabar, e quando se está pobre, tudo que nos resta são os amigos, os verdadeiros obviamente.
Mas eu defendo que todo mundo, qualquer um que seja, deve desejar qualquer coisa e fazer desse desejo o combustível para continuar acordado e fazendo coisas que às vezes nem se gosta tanto, mas que se justificam pelo esforço em alcançar o que se DESEJA.
Então, o poder não é necessariamente ruim. Ser o pobre-coitadinho não é sinonimo de ser uma pessoa legal. Ser humilde não é andar com farrapos e falar baixinho. Tem tantos conceitos que precisam ser mudados, mas não porque eu simplesmente ache que devam, é porque eu fico pensando e acho curioso, em como a gente esquece de questionar muitas vezes e apenas aceita os erros genéricos que vêm acontecendo desde o tempo que vovó era chamada de gatinha.
Exemplo: quem foi que disse que azul ou roxo é a cor da moda? e quem precisa se vestir com calças tão baixas que mostram a calcinha? (a moda não deve ser um guia de nossa personalidade). Eu procuro usar as roupas que me fazem bem, que despertam os olhares de quem amo. Se estão na moda também - legal por que vou encontrá-las por toda cidade. Mas se não, paciência, não posso deixar que o Paraíba Fashion Week me diga como vou me vestir e me comportar. Afinal, a tendência que eu aconselho a seguir é a própria tendência do seu humor.
Barulho de Um Riacho
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Adeus Humanos
sábado, 27 de setembro de 2008
Pre-gui-ça...
domingo, 21 de setembro de 2008
A escolha é toda NOSSA.
Quando criança ela gostava de ir para igreja porque lá encontrava várias amiguinhas de mesma idade, pessoas com quem ela poderia conversar sobre coisas de comuns às crianças e brincar debaixo dos bancos que pareciam tão grandes , mas agora são de tamanho normal.
domingo, 14 de setembro de 2008
O que fazer do Futuro?
Eu decidi alguns aspectos de minha vida, mas sabe, está tudo diferente agora, como se uma decisão boba tivesse virado de pernas pro ar minhas certezas, me ensinando que qualquer decisão, por menor que seja não é menos importante. E que deve ser tomada com o mesmo cuidado e atenção de todas as outras consideradas grandes-decisões.
Sabe, são questões tão elementares, dúvidas comumentes abordadas... coisas sobre as quais eu pensei que não iria mais me preocupar. Como o que vou ser? (Não, eu não serei a mulherzinha do tempo só porque estou cursando meteorologia. E também não serei escritora, porque não escrevo tão bem assim, e não serei poeta por que não choro de amor, choro de raiva, às vezes e quando necessário).
O tempo me tornou insensível, um pouco. Me surpreendo o quanto sou fria e inerte em certos momentos. Sou na verdade uma coisa rara, uma mistura de sensíbilidade com a mais dura pedra. Apesar de ser difícil de penetrar meu coração, é super fácil de magoá-lo e entristecê-lo. Alguns preferem dizer que levo tudo a sério, acho que é verdade. Não consigo pensar em outra frase que defina minhas variações de humor. Mas não acho isso ruim, pelo contrário... se eu levo tudo a sério talvez seja porque eu mereça ser levada a sério também. E se a maioria das pessoas vivem brincando, isso faz de mim parte de uma minoria que na maior parte do tempo está vivendo-sério.
Detesto frases incompletas, coisas que não fazem muito sentido se não forem continuadas, detesto os gráficos pela metade e com saltos no comportamento. Não gosto de indiretas também, de traços que formam olhos com indignação por uma coisa que eu não entendo o porquê. Eu não me acho culpada de certos casos, não acho que eu esteja errada por preferi um caminho diferente da maioria.
Talvez eu não tenha formatura, eu queria ter, mas ainda é cedo demais para pensar nisso, é cedo pra pensar em tanta coisa e ainda assim eu sinto como se o tempo estivesse passando por mim numa velocidade assustadora e que se eu não fizer alguma coisa o quanto antes... eu perderei todas as oportunidades e provavelmente ficaria sem nada pra fazer. (drama)
Porque quando estamos de TPM, as mulheres ficam se questionando sobre tudo e se tudo vale a pena? É uma coisa que eu também detesto,"Acho que é só porque o medo fica aflorado em nossas mentes, qualquer coisinha pode se tornar uma grande coisa e daí vem os questionamentos que parecem não ter fim". Geralmente são questionamentos que não duram mais que uma semana, mas ao persistirem os sintomas... procure um prédio e olhe a cidade lá de cima, respire um pouco e tente relaxar porque o stress pode te matar.
2 - Comprimente-a usando um bom dia/ boa tarde/ boa noite, ou um simples olá
3 - Sorria
4 - Pergunte o que você realmente gostaria de saber
5 - Agradeça.
(Adoraria se todas as pessoas do mundo agissem basicamente assim). Na verdade, acho que o futuro só existirá se a gente for civilizado o bastante, se considerarmos que os outros têm sentimentos e que por isso devem ser tratados com um pouco mais de consideração e afim.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Uma viagem ao Sudeste.
O alojamento do Ginásio Ibirapuera, fora o lugar para onde retornávamos após dias inéditos com longas caminhadas, que quase sempre contiam a avenida Paulista, que é simplesmente surpreendente. Um café na padaria, uma longa subida íngreme, uma reta e finalmente chegávamos ao centro de convenções Frei Caneca, que diga-se de passagem era conhecido pelos nativos da região como Gay Caneca, mas prefiro não comentar isso, afinal não quero que meu blog seja processado. [risos]
São Paulo é uma cidade mesmo incrível, ao contrário do que me pintarão, eu não fiquei com medo dos enormes prédios e o ar por sorte não estava tão preto-poluído. Acho que me acostumei com aquele lugar, principalmente pela sensação de que O TEMPO NÃO PASSA EM SÃO PAULO. O congresso também fora maravilhoso, conheci muitas pessoas interessantes e aprendi muito como aspirante a meteorologista e como pessoa Laryssa.
Conheci um motorista de táxi legal, um safado e um enrolão... andar de táxi em São Paulo pode ser um pouco duído no bolso ou aos ouvidos =/ já que alguns conversam tanta bobagem. Andar de metrô é mais legal, as pessoas não têm tempo para se observarem, não percebem umas às outras suas caras e bocas, é divertido e estranho, olhar como existe tanta gente diferente em um mesmo lugar.
Tenho um arrependimento: Não ter ido ao cinema de São Paulo, é... eu não fui, mas tudo bem porque planejo voltar por lá em breve... e escrever mais sobre lá também... afinal, foram muitos lugares e muitas coisas novas para escrever. Cheguei a conclusão de que é muito bom respirar novos ares e conhecer novas pessoas, vi tantas coisas legais que foi como dá um choque em meu cérebro, novas cores, outras mil palavras... sotaques, jeitos, lugares. Sinto como se meu mundo criativo tivesse sido completamente renovado, continuando com a mesma essência obviamente, mas cheio de novas histórias e estórias que espero pouco a pouco contar às pessoas ou meramente eternizar em alguns textos pelo blog.