sábado, 12 de julho de 2008

Meus 5 minutos sem você.

Nem sei mesmo se foi tanto tempo assim. Sei apenas que o mundo desapareceu em uma nuvem negra a minha frente, e você não estava mais comigo. Sabe, quando eu te vi a primeira vez, pensei comigo mesma se você se interessaria por mim algum dia, me subestimei, porque realmente pensei que nunca seríamos amigos.
Você conseguiu vencer alguns pré-conceitos (meus), algumas barreiras de relacionamento (minhas). Em pouco tempo, conversar com você pelo MSN e desejar te encontrar pela universidade se tornou absolutamente necessário para mim.
Como se nós fôssemos amigos de infância se redescobrindo um no outro. Gostos tão iguais, pensamentos parecidos, visões de mundo que por vezes se fundiram a ponto de parecerem uma só. "Não tenho culpa de termos gostos tão parecidos", palavras suas em uma de nossas conversas pela Internet.
Foi como se toda essa cumplicidade desaparecesse após seu "ok"... eu entendo que fiz tempestade em copo d'água, na verdade, admito que, nem eu mesma sei porque fiquei tão "furiosa"... Entendi que você conseguiu me deixar um tanto dependente da sua atenção. Mas só porque te quero por perto, não quer dizer que eu me apaixonei. Acho que você sabe o quanto é uma pessoa agradável, e porque não sermos amigos? (e apenas amigos) Porque teria de acontecer algo? Porque eu não posso simplesmente lhe querer bem?
Na verdade, seu "chá de semancol" teve algumas reações adversas em meu organismo. Não sei explicar direito, mas vai levar um tempo pra me acostumar com o fato de que você, subitamente, não me quer mais! Dizem que pode se tratar de orgulho ferido, insegurança, instabilidade emocional, carência... dizem tanta coisa!
Prefiro crê no fato de que me apeguei a você. Mas isso não quer dizer que me apaixonei, ou que a gente vá namorar. Pra mim isso só testifica que gosto de você de verdade, como amigo. Que suas atitudes me mostram que você é um desses seres humanos, raros. Uma pessoa que quero em minha vida, e porque não pra sempre.
Alguém que não olha apenas meu exterior, mas que me enxerga por trás da minha cara de convicção (é o que dizem também). E por você ser assim, é que o quero como meu amigo, que quero conversar bobagens até de madrugada pelo MSN e assistir a filmes sem me preocupar se você vai tentar me beijar dentro do cinema.
Quero que saiba, que ser meu amigo é um pouco de tudo. De bom, de ruim, de improvável, de fascinante, de único. Mas que se você quiser continuar descobrindo minha lista de desejos, eu ficarei muito feliz.
Preciso te pedir desculpas também, por minhas frases às vezes sem nexo. Perceba apenas que quando eu não fizer o menor sentido pra você, tudo que eu já te falei sobre você ter se tornado importante pra mim é invariável apartir de hoje. Então, mesmo que eu te irrite, e fale algum dia que te odeio... por favor, não esqueça que: SUA AMIZADE É IMPORTANTE PRA MIM! E que se não fosse assim, eu não estaria escrevendo esse texto pra você.
Para te dizer, finalmente, que eu não preciso, necessariamente, me tornar sua namorada para descobrir a pessoa maravilhosa que há por trás desse seu olhar maligno. Até porque acredito que já descobri isso.

"Amo a liberdade, e por isso deixo livre "as coisas" que amo. Se ficarem, é porque as conquistei. Se partirem, é porque, de fato, nunca as tive"
Laryssa Galdino

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Termos de Um Acordo

Um colega da faculdade me perguntou o que eu escrevia. Afinal, que caráter literário respaudam meus textos? não pensei muito e respondi, com um pouco de insegurança, que se tratavam de crônicas. quando cheguei em casa, apressei-me a pegar um de meus livros de literatura do ensino médio, e procurei a definição de crônicas, encontrei algo que definia muito aproximadamente as coisas que eu escrevera! Na minha versão, as crônicas são textos curtos, gostosos de ler e com poucos personagens. Que apresentam minha visão subjetiva de mundo, sendo ora severa e ora leve, como o bater de asas de uma borboleta. Acabo por falar verdades num tom de brincadeira, entregando um pouco do que sinto, misturando meus personagens comigo mesma e ora apenas inventando... flutuando, imaginando, escrevendo o que me vem a cabeça. Fiquei feliz de ser cronista, ou está me tornando uma, eu não gosto de me declarar poeta, até porque hoje em dia, como disse este meu colega "Qualquer um que rima pé com jacaré, se diz poeta". Mas cronista é diferente, não tem cronista em toda esquina. E por falar em esquina, me lembrei de como os limites são engraçados. Quantas vezes um passo poderia mudar toda nossa vida, pra melhor certamente, no entanto, preferimos nos apegar aos ilusórios limites e fronteiras. Paramos por medo ou por cautela, não sei. Hoje eu desejei por um instante que aquela esquina estivesse mais próxima de mim, que seus limites coincidirem com as minhas premissas. Mas foi só por um momento mesmo, foi só um pensamento que me passou pela mente. Que passou!
Vi tanta coisa essa semana. Parei pra descrever um pouco do que via, mas nada suficientemente profundo pra se escrever em algum lugar. Lembro-me apenas dos detalhes que meus olhos filtraram, da menina que delicadamente, com suas unhas pintadas de renda e florzinhas vermelhas, enrolava a fita de de seu corretivo que soltara há um instante. Pensei como ela era paciente, se fosse eu... bem, se fosse eu, talvez o deixasse pra lá. Mas ela tão perseverante o concertou e se pôs a usá-lo várias e várias vezes.
Laryssa Galdino

domingo, 6 de julho de 2008

Novos pedaços.


Quando acordei não me lembro de ter escovado os dentes, sai apressada com uma maçã na mão, meu pai esperava-me, e enquanto eu entrava no carro minha mãe fez uma graça por causa de meu cabelo assanhado. Se tivessem me visto ontem, bonita como eu estava, não estariam rindo agora. Retruquei apenas em meu pensamento, na realidade mesmo, não me importo muito com as críticas das pessoas, principalmente com as de minha mãe, que critica tudo sem um simples critério. Acho que é mesmo um hoobie para ela: criticar.
Existe, no entanto, algo que me parte o coração: um silêncio ensurdecedor. Pode até parecer contraditório, mas prefiro mil vezes que me gritem, falem o que pensem...mas quando silenciam, soltam de leve minha mão, se despedem sem me olhar nos olhos, isso parte meu coração.
Segurei o choro, contive todas as lágrimas que poderiam ter saído, com um sorriso. Eu entendo que ele estava sentido muita dor, e não fiquei com raiva por não ter me tratado tão caloroso como antes do acidente. Um acidente de moto que poderia ter-lhe custado a vida.
Dei por esquecido, hoje ele me recebeu sorridente, então me convenci de que a dor o teria deixado tão indiferente na outra noite. Mesmo assim, quando voltei pra casa ainda me sentia um pouco triste, desejando o silêncio às palavras, justo eu... que amo as palavras!?
Mas enquanto tentava resolver à questões de vetorial, eu reconhecia minha falta de vontade em fazer aquilo, então pensei no futuro. Em como gostaria que fosse, e com quem eu gostaria de está. Me desejei sozinha. Eu tenho o mundo a escrever, mas não sei se quero fazer isto acompanhada. Entendi então, como as pessoas podem afetar o que sentimos, como podem influenciar o que pensamos. Mas não podem, nem devem jamais, decidir por nós. E mesmo que todos esperem algo de mim, porque achem que seja o melhor, eu prefiro isto: ter sempre um lugar vazio ao meu lado. Seja no banco da praça. ou em poltronas de avião. Não importa que pensem e queiram, eu prefiro assim.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Carta Aberta Aos Homens

Sempre escrevi o que penso para que as futuras gerações pudessem me compreender ou apenas conhecer um pouco mais de meu mundo. Das particularidades que estão emaranhadas em mim. Mas hoje quero escrever para os homens de meu tempo. Quero que saibam que desisti deles. Não que eu tenha me tornado amarga ou desacreditada do amor, apenas cheguei a conclusão de que não sou fácil de me apaixonar por alguém. Por isso, gostaria de pedir desculpas àqueles que tiveram uma triste experiência comigo, perdão por não ter sido compreensiva o bastante e exigir de alguns que agissem de uma maneira a qual não estavam acostumados. Desculpas aos que confundi amor com amizade e acabei por inviabializar os dois. Desculpas por minhas indiferenças, minhas alterações de humor sem a menor explicação, e por todos as palavras duras eos foras premeditados com o espelho. Desculpe pelas situações forçadas, pelos momentos que os deixei sem saída, por ter lutado pela sua adoração e depois os tê-los descartado com desprezo. Perdão de todo meu coração. A culpa é exatamente dessa minha concepção utópica de amor. Gostaria de pedir que por favor, se vocês virem um cara que pareça dos tempos medievos, em cima de um cavalo... diga a ele que sua princesa ainda o espera. E esperarei até o dia em que ele me encontre e me escolha.

Laryssa Galdino

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Infinitamente Mais.

Deus tem inifinitamente mais, do que tudo aquilo que pedimos ou pensamos.
Aprendi muita coisa nesses dias de impacto, impacto é um projeto do qual eu participo, ajudamos as pessoas a se sentirem amadas, falando pra elas de Jesus... a propósito... você sabe quem é Jesus? Bem a coisa mais importante que você precisa saber sobre ele, é que ele te ama de uma maneira incondicional, e pra saber o que é isso? Apenas experimentando, porque o amor dele é incomparável ao que podemos sentir por nossos amigos, parentes e até pelo nosso enamorado. E o melhor de tudo, é que esse amor é gratuito, você só precisa dizer que o aceita em sua vida, e você pode fazer isso agora mesmo.
Mas voltando ao que aprendi nesse impacto... percebi que muitas vezes não nos sentimos capaz ou apto a fazer algo, contudo Deus capacita aquele a quem ele escolhe. E o que é ser escolhida por Deus? É simples, realmente simples, e cada um pode ter sua própria definição para isso, para mim, ser escolhida é quando Deus me presenteia com algo que eu não mereço. Porque se eu merecesse, não seria um presente.
Aprendi também o que é a tal liberdade que eu li algumas vezes na bíblia, essa liberdade se refere a poder conversar com Deus a hora que quisermos, que não precisamos nos prender a métodos ou horários, afinal somos livres. Sou livre para falar o que penso, usar as roupas que gosto, sou livre pra questionar, pra dizer a Ele o que sinto e que tenho medos e certas dificuldades. Seguir a Deus não é entrar numa forma de padrões, é descobrir quem somos de verdade a medida que conhecemos mais de quem Ele é.
O mais interessante de tudo, adoro essa palavra "interessante", é que quando nos dispomos a conhecer Deus, percebemos que Ele vai muito além das definições que lemos em algum lugar, Ele é realmente único e maravilhoso, e você pode ter seu próprio conceito sobre Ele também.
Mas para fazer conceitos é preciso se conhecer sobre o que queremos conceituar.
Aprendi também que não devemos perder uma oportunidade sequer de falar dEle, do seu amor, e se você leu até aqui... muito obrigada.
Laryssa Galdino
Deus ama você.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Um bom nada pra você hoje.

Aleatoriamente, "nada" foi a primeira palavra que pensei para enfatizar que eu acabara de dizer n (ene) e não m (eme) "ene de nada" ou algo do tipo, enfatisei... logo um colega, ao qual dedico este texto, incentivou-me a escrever algo sobre o nada... e é o que estou fazendo ou pelo menos a tentar nesse momento.
Enquanto minha consciência me condena por eu não ter feito a lista de exercícios de ICC (por ter ficado fazendo nada), eu estou cá com esses benditos números binários, que eu não sei se quer por onde vai, ou seja: eu não sei nada. Decidi que não tirarei minhas dúvidas mais pessoalmente com o monitor... vou enviá-las por e-mail. Sério mesmo, eu perguntei uma coisa tão óbvia a pouco, que certamente ele deve ter pensado que eu só perguntei porque o quero perto de mim. Ou talvez, ele não tenha pensado nada.
Sabe, não importa o quanto eu tente fazer esses programas corretamente, meu professor sempre vai encontrar uma coisa aonde eu poderia melhorar,mesmo que seja em quase nada, e é exatamente por isso que gosto dessas aulas aqui. Porque me sinto cobrada a fazer algo que eu posso. Ainda que eu não saiba de nada. Gosto de quando me exigem algo que sou capaz de fazer. Acredito que coisas fáceis demais de serem conseguidas perdem seu encanto. E que deva ter sido por isso que não consegui namorar com alguns garotos, por que eu facilmente me apaixonava, e definitivamente... não dava em nada, porque homem que é homem não gosta de mulher fácil. Eu não sei porque, mas acho que finalmente aprendi. De uns tempo pra cá eu realmente acho que "solteiro" vai ser meu status no orkut por um longo tempo. Ou quem sabe, eu deixarei nada por lá, um espaço em branco, "sem resposta".
Nada contra os homens, acho até que eles são uma espécie bem interessante e alguns realmente atraentes após anos de evolução. Mas é que, sinceramente, não quero estar com alguém por está, quero sentir falta do amigo tão presente, e não simplesmente me acostumar com sua presença. Quero acordar pensando nele, e ficar feliz quando ele me ligar. Quero desejar seu bem, mesmo que este não esteja ao meu lado. Mas não sinto nada parecido no momento, portanto, não tenho motivos fortes o bastante para estar com alguém. E não penso que esteja perdendo nada com isso.
Não estou decepcionada, nem nada. Acredito mesmo que todas minhas experiências contribuíram para que eu aprendesse a querer alguém pelas suas características, por ser especial para mim e não por que é legal compartilhar a vida com um ser do sexo oposto e ainda poder beijá-lo sempre que me der vontade. Se bem que, beijar realmente é bom, e naquela universidade tem muitos lugares que realmente seria maravilhoso ser beijada por um cara. Mas não quero alguém por carência. Não o quero nos momentos em que eu não tiver nada pra fazer.
Posso resumir todo meu esforço em explicar o nada, a dizer que este realmente é importante-especial para mim, por isso eu prefiro o nada agora, e quem sabe algo depois.
Engraçado porque o nada por aqui teve várias funções, de sujeito a advérbio, e talvez tenha até tornado meu texto um tanto patético, e mesmo que tenha sido um tanto nada a ver, em meu íntimo quis apenas mostrar que o nada é tão importante quando o tudo, e que ter nada às vezes é diferente e talvez melhor que não ter tudo, ou que o ter.Como não se pode de fato saber, desejo um bom nada pra você hoje, e que este venha sutilmente como o bater das asas de uma "manada"de borboletas coloridas em câmera lenta.
Viva o nada de cada dia.
Laryssa Galdino

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Nada me surpreende mais.

A gente pode pensar o quanto for que nada mais pode nos surpreender, então percebemos que infame pecado proferimos... ora, a vida está repleta de surpresas boas, e de não tão boas assim, mas o que importa é que, felizmente, nunca chegaremos ao abismo de não conseguir se surpreender mais com nada!
Ainda me faço cara de espanto ao ver gotas de orvalhos nas folhas, apesar de ser mesmo tão óbvio devido a noite fria que se passou... Ainda dou risada de piadas que eu já conhecia. Ainda corro pra atender o telefone. Ainda olho pro meu pai com cara de "eu realmente preciso disso" enquanto seguro uma barra de chocolate no supermercado. Prefiro parecer uma eterna moleca, a perder o dom de me encantar com as coisas singelas que a vida, vez por outra, me permite experimentar. Prefiro mesmo essa avalanche de gargalhadas, essas lágrimas de raiva, de solidão... prefiro ainda ficar trancada no quarto (quase sempre) enquanto a vida passa lá fora. Eu gosto tanto de ter uma vida só pra mim, que eu não quero passar por ela com aquela cara de "nada me surpreende". Quero que no meu book, se alguém estiver me fotografando escondido atrás do lindo céu ou das árvores da universidade, saia cheio de poses naturais. Quero fotos de expressões só minhas, aquelas que ao se ver percebe-se rapidamente o meu pensar no instante do click. Fotos que mesmo sendo imóveis, eternizem o movimento de minhas mãos e deixem a imprensão de minha esperança. Quero uma foto dos meus passos firmes, para que se um dia eu pensar em desistir, me lembre de como fui forteoutrora, e cheguei mesmo a acreditar em meus sonhos. Quero uma foto com cara de... de... SURPRESA!!! (rsrs)
A gente pode sempre se julgar O experiente em certos assuntos, você pode até mesmo insanamente afirmar que "nada me surpreende mais" mas será mesmo? Nadinha de nada mesmo seria capaz de te fazer arrancar um sorriso e logo depois te fazer pensar "eh, por essa eu não esperava..."
Comigo isso acontece meio que sempre, coisas que eu não espero acontecem, simplesmente. E é assim que desejo ser, quero abrir meus ohos, observar cuidadosamente o desabrochar do vento ao meu redor. Eu sei, tenho quase certeza que sim, hoje ele me trará coisas novas, farei cara de surpresa, darei abraços e distribuirei sorrisos.
Mas eu só peço uma coisa, não pense que é sempre assim, eu tenho meus dias de intolerância também, dias que acho a chuva sem a menor graça e não sinto vontade de conversar. Tenho meus dias de nuvem, dias de ficar em casa, dias de sair sem destino e dias que deixo os problemas de lado e me deixo surpreender por qualquer coisa que seja.

Laryssa Galdino

sexta-feira, 13 de junho de 2008

É inevitável.

Sempre fui contra essa afirmação. Acreditava piamente que certas coisas, se não tudo, poderia ser manipulado, concertado, influenciado etc etc... o que era mesmo intolerável era que alguém me afirmasse "foi inevitável!" grr, não gosto disso, não gosto de por a culpa no acaso, no destino ou seja lá no quer for. Se a nota foi baixa na prova, a culpa foi só minha, que passou a quinta e a sexta vadiando, se eu não ganhar o sorteio, a culpa foi minha, que não comprou uma rifa... se ele gostar mesmo de mim, a culpa será minha, por me dedicar tanto a ele.
Eu acho lindo isso, isso de amizade. Adoro poder dedicar-me a uma pessoa sem a pretensão de que ela se apaixone por mim. E se, afinal, não der em nada, que bom, ainda seremos amigos não é mesmo?! Sim, mas voltando ao insuportável: INEVITÁVEL, tenho duas coisas pra dizer sobre ele. A primeira é que você pode até não está querendo gostar de ninguém, mas uma hora dessas, você vai perceber que no meio de tantos bilhões de pessoas tem um alguém que te faz sorri toda vez que você pensa nele, que faz você estremecer por dentro enquanto ele beija sua mão, que te deixa toda boba com os elogios incensáveis que ele profere à sua pessoa. E a segunda: é que pelo amor de Deus, deixe todos os seus conceitos de lado, se você encontrar alguém por quem se é absolutamente inevitável não querer que esteja sempre por perto, então por favor, não vem me dizer que coisas inevitáveis não acontecem, afinal... você pode começar agora mesmo a acreditar que O inevitável existe, e que ele pode até ser bem vindo, por que não?!? se tudo der errado você coloca a culpa no inevitável e faz uma nova teoria.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Eu nunca disse eu te amo.

"Quando meus sonhos se tornarem realidade, é você que eu quero ao meu lado".
É difícil e até raro, raro mesmo, encontrar alguém disposto a amar sem que a recíproca seja verdadeira. Acho bonito isso, isso de não ter medo de dizer o que sente o que quer, o que deseja... mesmo que não se obtenha nada em troca. Acredito mesmo que o homem que é capaz de amar incondicionalmente pode ser muito feliz, muito mais que aqueles que querem sempre trocar seu amor e afeto por qualquer coisa. Eu sempre pensei uma coisa boba sobre eles, que quando querem algo com elas, são gentis e amáveis, mas se não encontram o que procuram, logo as palavras de afeto se tornam escassas, até que tudo se resuma a poucos "olá'res, tudo bem's e como vai's?" É até meio cômico, mas sempre me pergunto, porque os ex-namorados não são mais tão prestativos quando a gente acaba o namoro, porque tudo que era tão bonito vira um poço de lembranças que não se repetem. Eu estou falando bem no geral, porque pessoalmente até tenho boas recordações. Enfim, mas falando no geral mais uma vez, sem que a carapuça sirva a ninguém... penso apenas assim, porque eles são tão maravilhosos enquanto amigos?! Eu nunca disse eu te amo só por dizer, todas as vezes que eu disse era porque eu amava mesmo. Se eu não amo eu não digo, ou digo assim: depois que ele diz eu te amo, respondo que eu também me amo, ele ri e nem percebe que eu acabei de dizer que não o amo. Tá, não é maldade, é que sou muito sincera e não sei, definitivamente, lidar com o "manter as aparências dos fatos" ou com o "não falar pra não magoar". Acho que tudo muda, muda sim, eu não sou mais a mesma pessoa de dez anos atrás, não penso da mesma forma. Tudo deve mudar, é quase uma lei, uma regra a qual não se tem muitas excessões, pelo menos para mim. O dia muda, o amor muda, a vida muda... menos Deus, esse não muda nunca, e meu amor por Ele só tende a crescer arbitrariamente para o infinito. Mas voltando, acho mesmo que as mudanças devam ser bem vindas, e sempre que eu disser eu te amo vai ser por amor mesmo, e não só porque a ocasião é propícia a dizer.
Laryssa Galdino

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Criticados e Surpreendentes.

"Mesmo que eu impeça, ele vai brilhar"
Oswaldo Montenegro
O sol invade o céu, mesmo que você deseje que o dia não amanheça. O sol vai irradiar a glória de quem o fez, mesmo que você não acredite nessa história de Criação; e prefira mesmo pensar, que tudo foi uma sopa nutritiva, explosões de átomos e variações de temperatura. O sol ainda vai energizar a Terra mesmo que você prefira os cobertores próprios para o clima frio. O sol ainda fará com as flores a fotossíntese, ainda que você seja alérgica à flores. Não pense você, que a vida vai deixar de acontecer, só porque está de mal-humor hoje. Trate logo de pôr um sorriso neste seu rosto, e venha curtir o sol que acabara de se pôr, e logo nascerá outra vez... mesmo que você não prefira assim. Carlos D. foi um grande escritor, mesmo que alguns o tenham considerado como um cérebro vazio. Você é o melhor que Deus poderia ter criado, ainda que alguns o considerem sem valor.
Laryssa Galdino